09/01/19

Teremos Sempre Tebas - TAE


Quase 4 anos depois de ter sido levado à cena na Cossoul, o meu texto Teremos Sempre Tebas voltou ao palco, desta vez pelo Teatro Amador de Estremoz.

O espectáculo estreou no dia 5 de Janeiro às 21:30, no Teatro Bernardim Ribeiro, e conta com mais 3 apresentações: 13/01 (Domingo) às 17:00, 19/01 (Sábado) às 21:30 e 20/01 (Domingo) às 17:00.

Sinopse escrita pelo encenador Cláudio Henriques: 
Teremos sempre amor? Teremos sempre corrupção?
Teremos sempre conformismo? Teremos sempre injustiça?
Teremos sempre amizade? Teremos sempre mentira? Teremos sempre fé?
Existirá sempre o ridículo? 
Será que há momentos na história, em que algo profundo muda na essência do Homem?
Será que não muda rigorosamente nada?

“Teremos sempre Tebas” é uma comédia ácida, irónica, onde o texto nos remete a momentos da história de Édipo, mas desvirtuada, desconcertante, leva-nos a um Édipo que poderia viver nos dias de hoje, que pertence aos dias de hoje!

- E nós?
- Teremos sempre Tebas.

O T.A.E. convida-o a vir rir, na viagem, que é este espectáculo!

Ficha Técnica:
Texto Firmino Bernardo, Encenação Cláudio Henriques, Desenho de luz Pedro Soeiro,  Sonoplastia João  Costa, Interpretação Ana Buinho, Cristina Matos, Filipa Fonseca, João Gonçalo Fonseca, Joaquim Carola, Rosário Pena, Rui Pimentel, Rui Serrano, Sinai Fonseca, Susana Guerreiro, Teresa Rebocho, Yacha Fonseca e Zé Picciochi Fortio.

Mais notícias aqui, aqui e aqui.

13/12/18

Dura Tchekhov Lex Sed Tchekhov Lex ou A Última Criação


Dura Tchekhov Lex ou A Última Criação de Firmino Bernardo 
Os Solitários Não Dizem Adeus de Paulo Freitas
 Edição: LdE
Ano de publicação: 2018
 Número de páginas: 72 
Preço: 3,90 € 
Envio: 1,15  

O 1º livro da Colecção Nova Dramaturgia Portuguesa, editada pela companhia de teatro Lendias d' Encantar, a par da revista Escenarios, é composto pelos textos vencedores das duas primeiras edições do Prémio Novas Dramaturgias FITA/LdE: Dura Tchekhov Lex ou A Última Criação de Firmino Bernardo (2015) e Os Solitários Não Dizem Adeus de Paulo Freitas (2018).

Pontos de venda: Poetria (Porto), Casa da Esquina (Coimbra), A Pracinha - Mercearia, Cafetaria e Livraria (Beja), instalações do UMCOLETIVO (Elvas), instalações da Flor de Medronho (Olhão),  Loja do Teatro Nacional São João (Porto), Livraria do Teatro Nacional D. Maria II (Lisboa).

03/12/18

«Vinte anos, cinco meses e dez dias»



Artigo sobre a importância do Grupo de Recrutamento de Teatro, com o título «Vinte anos, cinco meses e dez dias», publicado no jornal Público a 26 de Julho de 2018.

31/07/18

"Deniç i l Paije"



Texto escrito em mirandês, a partir de um conto popular, publicado na Fuolha Mirandesa do Jornal Nordeste em 10 de Julho de 2018.

23/05/18

Lançamento de "A Morte do Artista", vol. 2



O Colectivo A Morte do Artista (Carina Bernardo, Fernanda Cunha, Firmino Bernardo, João Eduardo Ferreira, Manuel Halpern e Paulo Romão Brás) convida-vos para o lançamento do segundo número da revista homónima, que terá lugar no próximo sábado 26 de Maio de 2018, pelas 16:30, na Biblioteca do Palácio de Galveias (Campo Pequeno, Lisboa).

A sessão inclui uma leitura encenada de excertos da revista, a entrega de um prémio a Gonçalo M. Tavares. E talvez croquetes.

O Outro é o tema do segundo volume de A Morte do Artista. E este outro podem ser tantos quantos todos aqueles que povoam o universo de Gonçalo M. Tavares, os seus senhores e mundos – temos dele um texto inédito. O outro é aquele que vem de fora, o que fala outras línguas, como os nossos ‘artistas convidados’ que escrevem em mirandês, galego e catalão. O outro é esta imponderada amálgama de géneros, que passa por crónica, ensaio, conto, poesia e teatro. O outro...

Textos inéditos de Gonçalo M. Tavares, Fernanda Cunha, Firmino Bernardo, João Eduardo Ferreira, Manuel Halpern, Aldina M Duarte, António Silva, Faustino Antão, Gonçalo Marcelo, Joan Casas, Nuno Filipe Oliveira, Pedro Vieira e Yolanda Castaño. Ilustrações de Rui Vitorino Santos. Grafismo de Paulo Romão Brás. Edição e revisão de Carina Bernardo.

09/05/18

Excerto de «Requests ou Permissão para Respirar»


BARTOLOMEU   Não devias guardá-lo aí. Deves tê-lo sempre à mão.

ALBERTINA   A minha mala é muito prática, encontro sempre tudo.

BARTOLOMEU   Eu guardo sempre o meu no bolso de fora do casaco. (tira o cartão do bolso) Estás a ver? Pensa nisto como num slogan   o cartão… está sempre à mão!

ALBERTINA   Guardá-lo na mala também não é mau. Demorei dez segundos a encontrá-lo.

BARTOLOMEU   E eu demorei dois! Se demorares menos oito segundos a cumprir uma tarefa, és mais produtiva. E a produtividade é um dos aspectos mais valorizados nesta empresa! Percebeste?

ALBERTINA   Percebi, chefe.

BARTOLOMEU   Ouve   eu sou um chefe moderno, não tenho nada a ver com aqueles chefes que se armam em ditadores e impõem as suas ideias, mas quando te dou um conselho, é para cumprires. Porque é para teu bem. Percebes isso, Gabriela?

ALBERTINA   Albertina. O meu nome é Albertina.

BARTOLOMEU   Estás no escritório que era da Gabriela e estás à experiência. Quando a empresa decidir que podes ficar, tens direito a ser tratada pelo nome. É que, por incrível que pareça, há pessoas que não se adaptam aos nossos métodos de trabalho.

ALBERTINA   Como sabe, eu possuo uma enorme capacidade de adaptação…

BARTOLOMEU   E quando não temos a certeza que as pessoas vão ficar, não podemos dar-nos ao luxo de desperdiçar tempo a decorar o nome delas. Entendes, Gabriela?

ALBERTINA   Albertina… quero dizer… entendo, claro que entendo. Perfeitamente.

BARTOLOMEU   Óptimo. E agora chega de conversa. Passa o cartão por esta ranhura para abrires a porta.

ALBERTINA   Não abriu.

BARTOLOMEU   Claro que não abriu. Sabes porquê?

ALBERTINA   Se calhar passei-o ao contrário.

BARTOLOMEU   Não, passaste-o bem. O sistema reconheceu que tentaste abrir a porta, mas não te deixa sair, porque não estás cá dentro.

ALBERTINA   Não estou cá dentro?

BARTOLOMEU   Claro que não estás cá dentro. Não percebes porquê?

23/04/18

Chiado

Às vezes pergunto-me: se a Chiado Editora existisse no tempo do Fernando Pessoa e ele quisesse publicar lá uns versos, quanto teria de pagar por cada heterónimo?

24/09/17

Lear


Se Rei Lear fosse um texto do século XXI, a Cordélia seria deserdada por não pôr likes ao pai.

11/05/17

"Requests ou Permissão para Respirar" em Beja




Requests ou Permissão para Respirar, texto que escrevi no Laboratório de Dramaturgia do Teatro Meridional / Centro de Estudos de Teatro, vai ser representado pela LdE, uma companhia de teatro profissional de Beja.

ESTREIA DIA 11 DE MAIO.
Em cena dias 12, 13, 18, 19 e 20 de Maio às 21h30 no Espaço Os Infantes.
Nova produção da Lendias d'Encantar
Texto de Firmino Bernardo
Encenação de Julio Cesar Ramirez
com Ana Ademar | Eduardo Dias
Desenho de Luz de Julio Cesar Ramirez | Ivan Castro
Sonoplastia de Ivan Castro
Operação de Luz e Som de Ivan Castro
Cenografia/Figurinos de Julio Cesar Ramirez | Catarina Guedes
Grafismo Catarina Bargado
Produção Ana Ademar

08/05/17

Lançamento de "A Morte do Artista", vol. 1