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18/06/15
Recordando Tebas
14/05/15
A Morte do Artista
Entre os dias 14 e 16 de Maio venham assistir ao primeiro Reverso -
Encontro de autores, artistas e editores independentes, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (Av. D. Carlos I, 61 - 1º, Lisboa). Haverá uma feira do
livro e eventos variados, entre os quais a leitura «A Morte do Artista»,
um projecto de Carina Bernardo, Fernanda Cunha, Firmino Bernardo, João Eduardo Ferreira e Manuel Halpern, que terá lugar no dia 16, algures entre as 17:30 e as 20:00.
Textos e leituras: Fernanda Cunha, Firmino Bernardo, João Eduardo Ferreira e Manuel Halpern
Selecção de textos: Carina Bernardo, Fernanda Cunha, Firmino Bernardo, João Eduardo Ferreira e Manuel Halpern
Coordenação: Carina Bernardo e Firmino Bernardo
Dramaturgia: Firmino Bernardo
Edição: Carina Bernardo
“Procurar palavras é como tentar procurar uma palha num cesto de costura a abarrotar de agulhas.”
João Eduardo Ferreira, Cosido à Linha, Colado a Quente
Retalhos das obras:
«Cosido à Linha, Colado a Quente» de João Eduardo Ferreira (By the Book, 2014)
«Caderno Fantasma Útil» de Fernanda Cunha, João Eduardo Ferreira e Pedro Castro Henriques (Apenas Livros, 2013)
«As Grandes Dionísias» de Firmino Bernardo e Suzana Branco (Apenas Livros, 2013)
«A paisagem e as palavras que lá estão - Levantado do chão, um livro político» de Fernanda Cunha (Apenas Livros, 2012)
«Fora de Mim» de Manuel Halpern (Ed. Caderno/Leya, 2008)
«Memórias de uma Vida para Esquecer» de Firmino Bernardo (Apenas Livros, 2008)
Poderão aceder ao programa completo do Reverso aqui.
por Firmino Bernardo
A Morte do Artista,
Eventos,
Guilherme Cossoul,
Leituras
29/04/15
«Teremos Sempre em Tebas» em digressão
Depois das representações em Lisboa, «Teremos Sempre Tebas» apresentar-se-á em Vieira de Leiria, no âmbito do XI Festiv'Álvaro. O espectáculo terá lugar no Cineteatro Álvaro (Largo da República, Vieira de Leiria), no próximo sábado 2 de Maio, às 21:30. Apelo a todos os meus amigos, inimigos, conhecidos e desconhecidos da
Vieira e arredores que passem por lá, que o bilhete até é barato e tudo.
Quem estiver hesitante pode consultar aqui alguns testemunhos que fui recolhendo a propósito das
apresentações em Lisboa.
Os bilhetes custam 3 euros e podem ser reservados através do número 912270193.
Livremente inspirado em «Rei Édipo» de Sófocles, «Teremos Sempre Tebas»
mostra-nos um rei que conquistou o poder por acaso e não entende nada do
que se passa à sua volta, um adivinho cego que vê o futuro, uma rainha
capaz de tudo para esconder verdades incómodas, o cunhado de um rei
suspeito de querer usurpar-lhe o trono, inúmeros manipuladores,
oportunistas e também algumas vítimas de um destino que nenhum oráculo
previu.
ÉDIPO: No outro dia, a Antígona andou a brincar aos curandeiros com o
primo Hémon. Tem cuidado, não quero que haja incestos na nossa família.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
Autor: Firmino Bernardo
Encenação: Susana Arrais
Elenco: Cláudio Henriques, Miguel Santos, Rui Ferreira e Sara Felício
Música Original: Gustavo de Matos Sequeira
Cenografia / Figurinos: Susana Arrais
Cartaz / Programa: Magnésio
Desenho de Luz: Susana Arrais e João Álvaro
Operação de Som / Luz: João Álvaro
Fotografia: Hugo Magro
30/03/15
Sobre «Teremos Sempre Tebas»
Terminadas as apresentações de «Teremos Sempre Tebas» na Guilherme Cossoul aqui ficam algumas reacções para memória futura.
João Eduardo no blogue de Roma a Londres:
Sónia Castro na revista Le Cool Lisboa: "Os ingredientes são muitos e lá estão personagens conhecidas do grande público como Édipo, reinando a cidade de Tebas que, por sua vez, está em crise. Crise?! Faz-te lembrar alguma coisa? Adiante."
Fernanda Cunha no Facebook:
«A não perder!!!! Um texto extraordinário de Firmino Bernardo (muito obrigada, amigo, muito bom!) para uma dramatização à altura. O poder e o seu oposto, levado à cena com humor e pertinência. Revisitamos a antiga Grécia, nossa matriz, visitamos a actualidade, nosso karma, através da encenação brilhante de Susana Arraiais e da bem disposta actuação de 4 actores que se multiplicam por mais de 12, incluindo um coro, encarnando essa diversidade em pleno. Amigos, não percam esta deliciosa sátira, até porque "teremos sempre Tebas".»
Jorge Alexandre Navarro no Facebook:
«A Grécia Antiga mantém-se atual. Mais do que esperamos ou desejamos. Quando menos esperamos, é na tentativa de fugirmos ao destino que acabamos por cumpri-lo, muitas vezes ali mesmo, ao virar da esquina. "Teremos Sempre Tebas" de Firmino Bernardo revisita a tragédia de Édipo-rei ou a dolorosa consciência de quem sou eu afinal. A peça estará em cena até 27 de março, sextas e sábados, pelas 21,30 horas, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, em Lisboa.»
«A Grécia Antiga mantém-se atual. Mais do que esperamos ou desejamos. Quando menos esperamos, é na tentativa de fugirmos ao destino que acabamos por cumpri-lo, muitas vezes ali mesmo, ao virar da esquina. "Teremos Sempre Tebas" de Firmino Bernardo revisita a tragédia de Édipo-rei ou a dolorosa consciência de quem sou eu afinal. A peça estará em cena até 27 de março, sextas e sábados, pelas 21,30 horas, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, em Lisboa.»
Paulo Romão Brás, também no Facebook:
05/03/15
«Teremos Sempre Tebas», sextas e sábados às 21:30, na Guilherme Cossoul
Conforme noticiei a semana passada, «Teremos Sempre Tebas», texto da minha autoria que venceu o Prémio de Dramaturgia Guilherme Cossoul 2014, estará em cena na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (Av. D. Carlos I, n.º 61, 1º Andar, Lisboa), às sextas e sábados pelas 21:30, até 27 de Março. Os bilhetes podem ser reservados através do telefone 213 973 471 ou do e-mail geral@guilhermecossoul.pt
Livremente inspirado em «Rei Édipo» de Sófocles, «Teremos Sempre Tebas» mostra-nos um rei que conquistou o poder por acaso e não entende nada do que se passa à sua volta, um adivinho cego que vê o futuro, uma rainha capaz de tudo para esconder verdades incómodas, o cunhado de um rei suspeito de querer usurpar-lhe o trono, inúmeros manipuladores, oportunistas e também algumas vítimas de um destino que nenhum oráculo previu.
ÉDIPO: No outro dia, a Antígona andou a brincar aos curandeiros com o primo Hémon. Tem cuidado, não quero que haja incestos na nossa família.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
Ficha Artística e Técnica
Autor: Firmino Bernardo
Encenação: Susana Arrais
Elenco: Cláudio Henriques, Miguel Santos, Rui Ferreira e Sara Felício
Música Original: Gustavo de Matos Sequeira
Cenografia / Figurinos: Susana Arrais
Cartaz / Programa: Magnésio
Desenho de Luz: Susana Arrais e João Álvaro
Operação de Som / Luz: João Álvaro
Fotografia: Hugo Magro
Inf. Bilhetes: 7€ (Sócio S.I.Guilherme Cossoul - 5€).
Autor: Firmino Bernardo
Encenação: Susana Arrais
Elenco: Cláudio Henriques, Miguel Santos, Rui Ferreira e Sara Felício
Música Original: Gustavo de Matos Sequeira
Cenografia / Figurinos: Susana Arrais
Cartaz / Programa: Magnésio
Desenho de Luz: Susana Arrais e João Álvaro
Operação de Som / Luz: João Álvaro
Fotografia: Hugo Magro
Inf. Bilhetes: 7€ (Sócio S.I.Guilherme Cossoul - 5€).
23/02/15
«Teremos Sempre Tebas», 27 de Fevereiro a 27 de Março, na Guilherme Cossoul
Entre 27 de Fevereiro e 27 de Março, às sextas e sábados pelas 21:30, a Companhia de Teatro da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul (Av. D. Carlos I, n.º 61, 1º Andar, Lisboa) apresenta o espectáculo «Teremos Sempre Tebas», a partir do texto vencedor do Prémio de Dramaturgia Guilherme Cossoul 2014. Os bilhetes podem ser reservados através do telefone 213 973 471 ou do e-mail geral@guilhermecossoul.pt
Livremente inspirado em «Rei Édipo» de Sófocles, «Teremos Sempre Tebas» mostra-nos um rei que conquistou o poder por acaso e não entende nada do que se passa à sua volta, um adivinho cego que vê o futuro, uma rainha capaz de tudo para esconder verdades incómodas, o cunhado de um rei suspeito de querer usurpar-lhe o trono, inúmeros manipuladores, oportunistas e também algumas vítimas de um destino que nenhum oráculo previu.
ÉDIPO: Adeus, mulher. Toma conta das nossas filhas, que ainda são crianças. No outro dia, a Antígona andou a brincar aos curandeiros com o primo Hémon. Tem cuidado, não quero que haja incestos na nossa família.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
JOCASTA: É coisa que nunca acontecerá.
Ficha Artística e Técnica
Autor: Firmino Bernardo
Encenação: Susana Arrais
Elenco: Cláudio Henriques, Miguel Santos, Rui Ferreira e Sara Felício
Música Original: Gustavo de Matos Sequeira
Cenografia / Figurinos: Susana Arrais
Cartaz / Programa: Magnésio
Desenho de Luz: Susana Arrais e João Álvaro
Operação de Som / Luz: João Álvaro
Fotografia: Hugo Magro
Inf. Bilhetes: 7€ (Sócio S.I.Guilherme Cossoul - 5€).
Mais informações: aqui e aqui.
Autor: Firmino Bernardo
Encenação: Susana Arrais
Elenco: Cláudio Henriques, Miguel Santos, Rui Ferreira e Sara Felício
Música Original: Gustavo de Matos Sequeira
Cenografia / Figurinos: Susana Arrais
Cartaz / Programa: Magnésio
Desenho de Luz: Susana Arrais e João Álvaro
Operação de Som / Luz: João Álvaro
Fotografia: Hugo Magro
Inf. Bilhetes: 7€ (Sócio S.I.Guilherme Cossoul - 5€).
Mais informações: aqui e aqui.
08/05/14
Encontro Internacional de Editores Independentes
Entre
8 e 10 de Maio, não percam o Edita Lisboa. No dia 10 (sábado), às 18
horas, ser-me-á entregue o diploma pelo «Teremos Sempre Tebas», texto
vencedor do 1º Concurso de Dramaturgia Guilherme Cossoul. Gostava que
nos encontrássemos por lá, neste e noutros eventos - feiras do livro,
conferências, exposições, apresentações, recitais, performances, etc.
Edita Lisboa, Encontro Internacional de Editores Independentes,
Sociedade Guilherme Cossoul (Avenida D. Carlos I, n.º 61, 1º Andar – em
Santos, perto do IADE). Entrada livre.
por Firmino Bernardo
EDITA Lisboa,
Eventos,
Guilherme Cossoul,
Tebas
10/04/14
Concurso de Dramaturgia Guilherme Cossoul
"A Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul tem o prazer de anunciar a obra vencedora da 1.ª edição do CONCURSO DE DRAMATURGIA GUILHERME COSSOUL, bem como a obra agraciada com menção honrosa:
Obra vencedora:
«Teremos sempre Tebas», de Firmino Alves Bernardo
Menção honrosa
«Jabuticaba», de Celena da Rocha Brandão"
Obra vencedora:
«Teremos sempre Tebas», de Firmino Alves Bernardo
Menção honrosa
«Jabuticaba», de Celena da Rocha Brandão"
(Retirado daqui)
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